Comecei há dias a ler o Diário IX, mais pelo desenho fantástico e ultra-minimal das edições da Coimbra do que por outra coisa. Além disso, estava mesmo aqui à mão, nas centenas de livros velhos do meu avô que pululam nas estantes também velhas de madeira escura da minha casa aqui no Porto. E não é só design, claro! apercebi-me agora (burro) que o estou a ler. A escrita é tão sólida como a madeira dos móveis, elegante, inteligente. E muito fixada no periodo da ditadura (saiu em 1964) mas sem lugares comuns, torna-se assim intemporal. Clássico.
18 de junho de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário